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A ginástica está presente na minha vida desde muito cedo. Tinha apenas 3 anos quando a minha irmã entrou para o grupo de ginástica de Vouzela e, consequentemente, o comecei a acompanhar. 

Entre as várias quedas e nódoas negras, fui tentando aprender e imitar o que ela fazia. Para além disso, começámos, as duas, a fazer as nossas pequenas atuações de acrobática em cima da cama, onde nos penteávamos e maquilhávamos para a nossa família ver. 

Foi nessa altura que eu tive a certeza de que, tal como ela, queria ser ginasta! 

No entanto, a minha verdadeira aventura no mundo da ginástica começou em 2010 quando entrei para o grupo B, onde permaneci até ao momento em que o professor Duke acreditou em mim e me deu a oportunidade de mostrar o que eu valia no “grupo dos meninos grandes”. 

Graças a esse voto de confiança, consegui, com apenas 10 anos, realizar o sonho de entrar para este grupo que eu tanto admirava. Logo, após 3 meses, fiz a minha primeira atuação, num sarau de Natal em S. Pedro do Sul. Lembro-me perfeitamente de estar fascinada com o tamanho do pavilhão e da quantidade de gente que estava a assistir, mas também do pânico e da vergonha que senti quando me enganei numa parte do esquema e fiquei sozinha no meio do praticável. 

Com o passar do tempo, cada vez me senti mais acolhida por esta família, onde fiz várias amizades que pretendo levar para a vida. De entre elas, destaco o professor Duke a quem eu devo tanto! Para além de desempenhar um papel extraordinário como treinador, é um ser humano com um coração enorme, sempre com os seus abraços, brincadeiras e palavras certeiras tanto nos bons como nos maus momentos. 

Aqui eu cresci, evolui, e amadureci não só como ginasta, mas também como pessoa. Já chorei, ri, festejei pequenas conquistas e grandes vitórias, aprendi a lidar com a derrota e a não desistir independentemente dos obstáculos que vão surgindo. Por essa razão, quero referir que fico bastante feliz em saber que já há mais dois treinadores, o Rodrigo e a Rosário, a darem continuidade e a permitirem que este projeto continue a crescer cada vez mais, honrando sempre o nome da AGGV e o nosso lema, que é: 

“Vouzela, Vouzela, Vouzela, Firmes!!” 

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